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Moebius - O Homem é Bom?


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Descrição

Clássicos de Moebius!

Depois de publicar em 2011 os álbuns Arzach e Absoluten Calfeutrail & Outras Histórias, a editora Nemo lança agora O homem é bom?, terceiro volume da Coleção Moebius, que reúne os principais clássicos do gênio dos quadrinhos, falecido no último dia 10 de março. Esse novo álbum traz seis histórias: “O homem é bom?”, “Dupla evasão”, “Cidadela cega”, “Balada”, “The long tomorrow” e “O universo é bem pequeno”.

O volume abre com uma introdução escrita por Moebius, seguida da HQ-título, publicada originalmente em 1974, que se configura como sua primeira história de ficção científica. Em uma época em que os desenhistas seguiam rigorosamente seus estilos, ele buscou criar algo diferente do que vinha fazendo, mantendo um alto nível de qualidade técnica, mas focando na beleza e inovação do traço.

Como o próprio autor explica, “meu objetivo era experimentar minhas capacidades gráficas ao máximo, e mesmo um pouco além”. O resultado é uma história de personagem único – “uma espécie de Rambo do espaço, metralhadora a tiracolo” –, cenários simples e extraterrestes engraçados, que representam um marco na criação gráfica e que alcançou enorme sucesso junto aos leitores.

“Dupla evasão”, publicada em 1980 e ausente de outras edições de O homem é bom?, é uma história bem curta em que Moebius recorre aos simbolismos para relacionar o corpo físico e o corpo astral, mostrando que frente aos voos do espírito, somos todos carcereiros.

Já em “Cidadela Cega”, também de 1980, o quadrinista tentou fugir dos aspectos negativos que até então caracterizavam seus trabalhos. Inspirado nas histórias do Rei Arthur, ele resolveu lançar-se à epopeia dos cavaleiros da Távola Redonda, mas o resultado não saiu como o esperado. “Meu inconsciente pôs-se a galopar e, de novo, para uma história mórbida”, relata o quadrinista na introdução do álbum.

A ideia de “Balada”, publicada em 1977, também nasceu a partir da leitura de um livro. Desta vez, precisando produzir uma nova HQ para a revista Métal Hurlant, mas sem nenhuma inspiração, ele encontrou o poema “Fleur” (Flor) do livro Iluminações, de Rimbaud.

As imagens para sua nova criação vieram na hora. Porém, com data para entregar o trabalho, mesmo sentindo vontade de prosseguir, Moebius optou pela “facilidade” de encerrar a HQ de forma abrupta. Como ele mesmo diz, “gostaria de me redimir, de mostrar que se trata apenas de vis astúcias mesquinhas, que esses personagens ainda vivem em algum lugar”.

Editora: Nemo
Autor: Moebius
Formato: 24,0 X 31,0 cm 
Genêro: Quadrinhos
Nº de páginas: cerca de 56, capa dura, papel couché, colorido


 
 
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